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Assim, permanecem agora estes três; a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.” (I Coríntios 13: 13)
Poucos lugares neste mundo são tão eloquentes quanto um cemitério. Um dos principais ensinamentos da morte é que não podemos preservar aquilo que não temos, mas somente aquilo que temos.
Como assim? O que de fato temos nesta vida? Quais são as nossas posses?
Muitos dirão que têm poder, dinheiro e bens, mas isso é um equívoco. Paradoxalmente, o que realmente temos é apenas aquilo que não pode ser comprado e, na maioria das vezes, também não pode ser tocado.
Não temos as pessoas. Elas não são nossa propriedade. O que temos são as relações. Não temos os livros. Eles se acabarão. O que temos é o conhecimento, que não pode ser tocado. Não temos muitas certezas palpáveis nessa vida. Só temos a esperança e a fé, que não podem ser tocadas ou compradas. As coisas mais importantes desta vida são aquelas que o dinheiro não compra, são aquelas que, em geral, nossos olhos não vêem.
O que de fato temos nessa vida é apenas o que levaremos para a eternidade. Paulo nos diz que desta vida permanecerão três coisas: fé, esperança e amor. Todavia, dentre as três, o amor é a maior.
A eloquente lição da morte é que não podemos preservar aquilo que não temos. Somente aquilo que temos. O que realmente temos são os valores internos e não os bens externos.
Para Refletir:
1. Você já viu um morador de rua carregando os poucos pertences que ele tem? Por que somos motivados a preservar as coisas que não permanecerão?
2. Quando você é confrontado pela morte, em que você pensa? No seu dinheiro? Nos seus sucessos na vida? Ou a morte lhe fala do curto tempo neste mundo e dos sonhos não realizados?
3. Como você pode investir em fé, esperança e amor nessa vida? De que maneira pode levá-los (fé, esperança e amor) para a eternidade?
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